Rafael Lourenço venceu em Abrantes.

Correu-se esta sexta-feira, 06 de setembro a 2ª etapa da 27ª Volta a Portugal do Futuro, com partida e chegada em Abrantes com uma incursão pelo Alentejo (Ponte de Sor) e Ribatejo. Rafael Lourenço venceu a 2ª etapa mas Emanuel Duarte conservou a camisola amarela. A partida da 3ª etapa está marcada para as 10:15, com a partida simbólica a decorrer no Parque Urbano de Abrantes (direção a Castelo de Vida, via Pego).

A corrida ficou marcada, à semelhança do dia anterior, por uma fuga que se iniciou logo após a primeira dificuldade do dia, a contagem de montanha em Bemposta, ao quilómetro 22. Rafael Lourenço venceu isolado a segunda etapa da 27ª Volta a Portugal do Futuro e, dos sete ciclistas em fuga, nenhum fazia perigar a camisola de Emanuel Duarte e a sua equipa, LA Alumínios/ LA Sport, soube manter a distância controlada.

Equipa do líder controlou a fuga.

A meio da etapa a vantagem cifrava-se em cerca de quatro minutos mas com outras equipa empenhadas na frente do pelotão rapidamente começou a encolher.
À passagem por Constância, ao quilómetro 130 era já residual.

A cerca de dez quilómetros da meta em Abrantes a fuga foi anulada. Rafael Lourenço viu aí uma janela de oportunidade e arrancou para a vitória descartando na subida final o espanhol Ander Castaño (Baque-Ideus) que chegou 12 segundos depois. O pelotão, onde vinha o camisola amarela entrou 21 segundos depois.

Emanuel Duarte manteve a amarela e a camisola castanha do prémio da montanha enquanto Pedro Miguel Lopes acumula a dos pontos e juventude. A UD Oliveirense/ In Out Build mantém o comando da classificação coletiva.

Champanhe para os vencedores.

Joaquim Gomes, diretor da corrida, falou com o mediotejo.net:

FOTOGALERIA:

Com David Belém Pereira (fotos e vídeo)

Nasceu a 30 de Janeiro de 1961 em Lisboa e cresceu no Alentejo, em Santiago do Cacém. Dali partiu em 1980 para ingressar no Exército e no Curso de Enfermagem. Foi colocado em Santa Margarida e por aqui fez carreira acabando por fixar-se no Tramagal em 2000. A sua primeira ligação à Vila "metalúrgica" surge em 1988 como Enfermeiro do TSU. Munido da sua primeira câmera digital, em 2009 e com a passagem à situação de reserva, começou a registar a fauna do Vale do Tejo, a natureza e o património edificado da região, as ruas, as pessoas... Com colaborações regulares em jornais da região e nacionais este autodidata acaba por conseguir o reconhecimento público, materializado em alguns prémios. Foi galardoado na 8ª Gala de Cultura e Desporto de Tramagal na categoria de Artes Plásticas (Fotografia) em 2013. Fez parte da equipa desportiva da Rádio Hertz que ganhou o prémio Artur Agostinho (CNID) em 2020.

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