José Mingote Lopes, de 87 anos, desapareceu na tarde de domingo, dia 9 de julho, na zona do café Arcada, na Chainça, Abrantes. Foto: DR

Continua sem se saber o paradeiro de José Mingote Lopes, 87 anos, que desapareceu no dia 9 de julho, cerca das 18h00, na zona do café Arcada, na Chainça (Abrantes). Após contacto do nosso jornal, o Comando Distrital de Santarém da PSP informa que as buscas foram “infrutíferas até ao momento”, tendo sido retirados os meios do terreno. Contudo, “a PSP e outras valências que têm participado nas buscas encontram-se preparadas para seguir qualquer informação válida que entretanto seja facultada”, frisa a mesma fonte.

Refira-se que durante a passada semana decorreram buscas pelas autoridades policiais, com apoio da Proteção Civil e bombeiros, e o perímetro foi sendo alargado à procura de novos indícios, mas sem sucesso até ao momento.

José Mingote Lopes, do Rossio ao Sul do Tejo, sofre de doença de Alzheimer e não conhece bem a zona de Chainça, onde terá estado pela última vez, conforme indica a família em apelo que circula nos últimos dias nas redes sociais. Chegou a ser colocada a hipótese de o idoso ter sido avistado uma última vez junto à Casa do Benfica na segunda-feira, dia 10, à noite, algo que não se comprovou.

Segundo familiares, o idoso vestia umas calças cinza-esverdeado, pullover cinzento, camisa de xadrez azul e branco e uma boina cinzenta quando desapareceu.

A PSP de Abrantes iniciou buscas, logo no dia 10 de julho, em diversos locais desde a residência a outros pontos onde existiam informações de avistamento. Foram feitas buscas apeadas, contando ainda com intervenção da Unidade Especial de Polícia, nomeadamente do Grupo Operacional Cinotécnico com canídeos, e com as equipas de drones.

Também a comunidade se mobilizou voluntariamente, perante o desespero da família de José Mingote, para ajudar nas buscas naquela área, junto do café Arcada, de onde terá desaparecido.

Quem tiver alguma informação sobre o paradeiro de José Mingote Lopes deve contactar a Polícia de Segurança Pública (241 077 290).

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Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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