Parque Urbano de São Lourenço, em Abrantes. Foto: Trincanela

A Câmara de Abrantes vai investir na criação de um novo parque urbano na Quinta da Arca D’Água, tendo como referência o trabalho desenvolvido no Parque Urbano de São Lourenço. O projeto incluiu a execução de um corredor verde com via clicável e pedonal de ligação entre o Parque Urbano de São Lourenço, a Quinta da Arca D’Água (Chaínça), a rotunda do Olival, o Aquapolis e o centro histórico, além da criação de um carpódromo naquele espaço.

Em reunião de executivo, o presidente da Câmara de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, em resposta ao vereador Vasco Damas, do movimento ALTERNATIVAcom, falou na intenção do executivo de transformar a Quinta da Arca D’Água, “com a mesma linguagem que tem o Parque Urbano de São Lourenço”, envolvendo uma via pedonal e ciclável, e a criação de um carpódromo, dedicado a pescadores e a provas de cariz desportivo a este nível.

ÁUDIO | MANUEL JORGE VALAMATOS, PRESIDENTE CM ABRANTES:

 

Segundo fonte da Câmara Municipal “é intenção do executivo, tal como foi apresentado no programa eleitoral para os próximos 12 anos, sufragado pelos abrantinos, a execução de um corredor verde com via clicável e pedonal de ligação entre o Parque Urbano de São Lourenço, a Quinta da Arca D’Água, a rotunda do Olival, o Aquapolis e o centro histórico”.

Relativamente à Quinta da Arca D’Água, “a mesma está contemplada na Revisão do Plano de Urbanização de Abrantes, no item ‘operações estratégicas integradas’ onde se prevê a construção de troço viário entre a Rua da Arca d’Água e a Rua de Vale de Rãs, com construção adjacente, confrontante com o parque verde previsto”.

Ainda, de acordo com a mesma fonte, o terreno da Quinta da Arca D’Água é municipal.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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