Apresentação da Plataforma de Gestão Associativa de Abrantes (PGGA). Créditos: CMA

A Plataforma de Gestão Associativa de Abrantes (PGGA) que se assume como um espaço privilegiado para a divulgação das iniciativas do movimento associativo, foi apresentado no dia 30 de junho, no Parque Tejo, durante a realização de um fórum associativo promovido pelo Serviço de Associativismo da Câmara Municipal de Abrantes.

A PGGA foi um projeto apresentado pelo cidadão Filipe Rodrigues, no âmbito do Orçamento Participativo Municipal, tendo sido uma das propostas mais votadas na edição de 2016.

É uma ferramenta digital – criada pela empresa de Abrantes, Single Code -, agregadora das atividades das associações e clubes. Pretende melhorar a relação com os sócios mas também entre as associações, através da partilha de experiências. É igualmente um espaço de incentivo à participação dos cidadãos e à promoção do diálogo institucional com as instituições e o tecido empresarial.

Disponível em www.pgaa.pt, tem uma área para notícias, outra para eventos, sendo que os conteúdos são assumidos pelas associações. Disponibiliza também legislação útil, campo de pesquisa e um banco de voluntariado. No futuro, pretende-se criar uma aplicação para smartphone.

A apresentação da PGGA esteve a cargo de Luís Valente, Chefe da Divisão de Desporto, Juventude e Associativismo da CMA que apelou à adesão das associações à plataforma, havendo da parte do serviço toda a disponibilidade para auxiliar os dirigentes na operacionalização da adesão.

Apresentação da Plataforma de Gestão Associativa de Abrantes (PGGA). Créditos: CMA

Já o autor do projeto, Filipe Rodrigues, mostrou-se muito satisfeito com a concretização da plataforma, que intitulou de “ecossistema associativo”, que ficará ao serviço das 210 associações registadas no concelho de Abrantes.

Presente esteve também Augusto Figueiredo, presidente da Federação Distrital de Santarém das Coletividades de Cultura, Recreio e Desporto, que felicitou o autor da proposta e a CMA pelo projeto de gestão partilhada, tendo salientado que “com a aldeia global, acabaram as capelinhas” e enaltecendo o conceito de partilha.

Por seu lado, o presidente da CMA, Manuel Jorge Valamatos, que abriu e encerrou a sessão, deixou palavras de estimulo às associações concelhias.

“O associativismo democratiza o território e estamos muito empenhados em continuar a investir no tecido associativo”, salientou.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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