Foto arquivo: CMA

Constituída por Raquel Vital (Presidente) e os vereadores Francisco Prates, Iara Gonçalves, Ana Margarida Baptista, Diogo Silva, Lucas Pita e João Pereira, a lista vencedora da primeira edição da Câmara dos Jovens tomou posse perante o executivo da Câmara Municipal de Abrantes, comunidade educativa, famílias e representantes de instituições.

A cerimónia, que decorreu no Edifício Pirâmide, teve início com a assinatura e tomada de posse de cada um dos sete elementos do novo executivo da Câmara dos Jovens, seguindo-se os discursos pela nova presidente, Raquel Vital, e pelo presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos.

Raquel Vital começou por referir que “hoje é um dia especial, um dia que marca o início de um novo caminho onde nós, jovens, temos mais voz, ideias e a vontade de fazer a diferença”.

“Fomos eleitos, não apenas para representar, mas para agir, para construir e para inspirar”, salientou Raquel Vital, que agradeceu à Câmara Municipal de Abrantes “por acreditar no poder dos jovens”.

Para Raquel Vital, a Câmara dos Jovens é “uma oportunidade de mostrar que a juventude não é só o futuro, mas também o presente. Que somos capazes de pensar, de propor e de mudar o que precisa ser mudado”. A nova Presidente terminou dizendo que “esta tomada de posse é uma enorme honra, mas também uma grande responsabilidade” e que “o desafio é grande, mas a nossa determinação é maior”.

Na sua intervenção, Manuel Jorge Valamatos começou por dizer que “é com enorme satisfação que hoje damos posse ao primeiro Executivo da Câmara dos Jovens” e destacou que “este é o momento que marca uma nova etapa na relação entre o Município e a juventude abrantina, afirmando que o futuro se constrói com todos e, acima de tudo, convosco, os jovens”.

Salientou também os 257 jovens que se recensearam e participaram no ato eleitoral.“Para chegarmos a este dia, percorremos um processo eleitoral dinâmico e participado, que mobilizou cinco grupos de jovens determinados a pensar o futuro de Abrantes, a debater soluções e a apresentar à nossa comunidade as suas ideias”, disse.

Felicitando os elementos do novo executivo da Câmara dos Jovens, Manuel Jorge Valamatos mencionou que “inicia-se agora, para vós, um caminho exigente, mas acredito que será também muito motivador e enriquecedor. Um projeto que vos permitirá desenvolver competências fundamentais para o vosso futuro, como a liderança, o empreendedorismo, a comunicação, o trabalho em equipa e a capacidade de decisão”.

Concluiu dizendo que “a Câmara dos Jovens é a partir de hoje um órgão formal de construção e de decisão, em quer as vossa ideias podem tornar-se em ações concretas”, acrescentando que “podem contar connosco e que estaremos sempre ao vosso lado, acompanhando-vos e dando o apoio necessário para que este projeto seja um sucesso”.

Na ocasião, a vereadora da Educação, Celeste Simão, destacou o processo moroso da Câmara dos Jovens, que teve de parar devido às eleições e à pandemia e elencou as seis fases decorridas até ao dia da tomada de posse: a apresentação do projeto, em outubro de 2024, as candidaturas, a campanha eleitoral, o período de reflexão, o período de votação e os resultados, que culminou com a tomada de posse dos novos membros.

“Hoje é um dia importante e devemos reforçar que todos estes jovens foram adquirindo competências até aqui chegarem e que, a partir daqui, vão adquirir outras competências”, salientou.

Valorizar as opiniões dos jovens, as suas ideias e perspetivas para o futuro são os objetivos do programa “Câmara dos Jovens”.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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