Encontram-se abertas até domingo, dia 11 de outubro, as candidaturas online para o curso de Pós-graduação Proteção Civil – Gestão da Comunicação no Risco, na Emergência e na Crise, promovido pela Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA) do Instituto Politécnico de Tomar (IPT).

Esta Pós-Graduação para além de uma formação teórica que permitirá aos formandos conhecer os diferentes sistemas envolvidos, identificar os riscos e planear respostas a ameaças, integra módulos práticos e de análise de situações concretas, terminando com um estágio que inclui um simulacro.

O curso com início previsto para o dia 23 de outubro pretende proporcionar aos participantes técnicas de comunicação e análise de acontecimentos nas fases de prevenção e planeamento do Risco, em situações de Emergência e durante a permanência das Crises enquanto a normalidade não for reposta. Pretende-se que uma comunicação eficaz evite situações de pânico e descontrole emocional por parte das populações durante as operações de socorro, bem como na aplicação das estratégias desenvolvidas para resolução das crises.

O especialista António Sacavém (Comunicação Não Verbal), o comandante Joaquim Chambel (Proteção Civil) e o psicólogo Bruno Brito (Gestão do Stress) são três dos formadores que, juntamente com oito outros especialistas, são garante da qualidade desta Pós-Graduação, determinante para todos aqueles que têm como missão gerir o inesperado e minimizar os efeitos das crises.

São destinatários desta Pós-Graduação todos os profissionais que tenham que gerir a comunicação em situações de Risco, de Emergência e de Crise, nomeadamente, jornalistas, operadores de imagem, bombeiros, forças de segurança, assessores de imprensa, relações públicas, técnicos de autarquias, técnicos de proteção civil, comandantes operacionais e governantes, entre outros.

Mais informações e candidaturas em www.ipt.pt

 

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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