Em Abrantes já existe um polo da ARH Tejo, na Rua D. João IV, no 1º piso de um edifício no centro da cidade, embora sem capacidade para acolher novas valências. Foto arquivo: mediotejo.net

Os serviços locais da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) vão ser reinstalados no edifício do antigo Jardim de Infância de São João, na Rua Luís de Camões, em Abrantes, propriedade do Município.

As instalações do polo da APA em Abrantes, localizadas na Rua D. João IV, encontram-se em mau estado de conservação pelo que importava encontrar alternativas para que este serviço do Estado tivesse condições para permanecer no concelho de Abrantes. “Atento a essa realidade, o Município disponibilizou-se para ser parte da solução”, cedendo um novo espaço para os serviços locais da APA.

Na reunião de Câmara realizada no dia 18 de fevereiro foi aprovada, por maioria, com a abstenção do vereador Vasco Damas, a minuta de protocolo a celebrar entre o Município e a APA –, que estabelece as condições de partilha de parte das instalações na Rua Luís de Camões.

Com a abertura da Escola Básica Maria de Lourdes Pintasilgo – J.I. / 1º CEB, que passou a acolher as turmas de vários estabelecimentos de ensino da cidade, o edifício do antigo Jardim de Infância de S. João Batista, foi alvo de beneficiações para receber vários serviços públicos. É lá que funcionam vários serviços municipais, nomeadamente o Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social e a CCPJ – Comissão de Proteção de Crianças e Jovens.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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