Os Dj’s da m80, Miguel Simões e Jay Lion vão garantir muita animação pela noite fora na passagem de ano, numa festa que vai decorrer no centro histórico de Abrantes, na Praça Barão da Batalha. Foto: M80

A passagem de ano em Abrantes vai ser até às tantas com o certificado m80 e a música dos Dj’s Miguel Simões e Jay Lion. A dupla da rádio m80 promete garantir muita animação pela noite fora, numa festa que vai decorrer no centro histórico da cidade, na Praça Barão da Batalha, com entradas livres.

Uma festa programada para entrar em grande no novo ano, ao som de grandes êxitos musicais dos anos 70, 80 e 90.

Programa global da quadra natalícia em Abrantes:

01 a 31 de dezembro

Welcome Center

Exposição Natal com arte

Exposição de artistas, designers, artesãos locais e regionais.

Praça Natal

Situada no Alto de Santo António, a torre de telecomunicações de Abrantes, que mede 75 metros de altura, transforma-se numa árvore de Natal graças a cerca de 1.800 metros de tubo luminoso, ficando a funcionar até 06 de janeiro de 2020. Foto: DR

31 de dezembro e 01 de janeiro de 2020

Praça Barão da Ba­talha

22:30 às 03:30

Passagem d’Ano com festa M80

5 de janeiro de 2020

Igreja Sr. dos Aflitos, Carvalhal

18:00

Concerto de Ano Novo com Acácio Teixeira e convidados

*Abusa gratuito até 6 de janeiro

As tradicionais iluminações de Natal em Abrantes, 2019. Créditos: CMA

Na iluminação de Natal, além de várias ruas do centro histórico, a autarquia voltou a transformar a torre da telecomunicações em árvore de Natal gigante, decorando-a com cerca de 60 mil lâmpadas LED, visível a quilómetros de distância da cidade.

Situada no Alto de Santo António, a torre de telecomunicações de Abrantes, que mede 75 metros de altura, transforma-se numa árvore de Natal graças a cerca de 1.800 metros de tubo luminoso, ficando a funcionar até 06 de janeiro de 2020.

CONSULTE AQUI O PROGRAMA:

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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