O Tagusvalley – Parque Tecnológico do Vale do Tejo, abriu as suas portas à comunidade na quarta-feira, dia 29 de março. Na sessão inicial, conduzida por Pedro Saraiva, diretor executivo do Tagusvalley, foi feita uma resenha dos 12 anos de funcionamento do Parque Tecnológico instalado em Alferrarede, Abrantes, referidas as entidades com quem se relacionam, e as Redes Nacionais e Internacionais onde estão integrados.
Um dos exemplo é a RIERC – Rede de Incubadoras de Empresas da Região Centro e da EBN (Rede europeia de centros de negócios e inovação, incubadoras, aceleradores e outras organizações de apoio). Como indicadores da atividade, em valores acumulados, a taxa de sobrevivência das empresas apoiadas situa-se nos 76% e o volume de negócios ascende a 34,3 milhões de euros, destacou o gestor.
Seguiu-se a visita às instalações das empresas estabelecidas naquele espaço, sendo dado ênfase, ao longo da visita, às diversas sinergias que vão sendo construídas com sucesso à medida que cada vez mais empresas se vão instalando.
A incubadora de empresas contempla áreas de negócio tão diversificadas como o Desenvolvimento de software (Techframe; Inforuje); Alojamento de sites (Webtuga) Tecnologias de Informação e Comunicação (Single Code; Lusídeias; Gamma Flow); Comércio internacional de azeites e vinhos (OW); Consultoria (CallTeck; CTRS; JDP; Logical Minds; Making Opportunity; Mercof; Metsä; Now What?; Octograu; OPS; Selmax; Springcomm); Comércio de cinzas resultantes da atividade de produção de energia elétrica a partir da queima do carvão (CINBET); Prestação de serviços de engenharia (Critério Radical); Formação Profissional (HIGITrain; Nessun Dorma); Fabrico de máquinas e equipamentos em Inox (HJDP); Fabrico de implantes dentários (Implasystem); Mobiliário urbano (Play Planet); Marketing (UP4 Concepts); e Coaching (Poder dos Comportamentos).
Além da área de empreendedorismo, o Tagusvalley ainda atua na área da transferência de tecnologia, através da Inov’Linea, que está atualmente a trabalhar em dois projetos de desenvolvimento de dois produtos baseados em hortofrutícolas, em parceria com duas empresas.
Oferece também ao público os serviços de uma Unidade Produtiva Partilhada (Food Fab Lab), disponibilizando a cozinha e a nave industrial, bem como os equipamentos e tecnologia dedicados à transformação de alimentos num espaço licenciado.
O parque tecnológico abrange ainda um conjunto de entidades residentes – a a.Logos, a Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA), o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP), a Nersant – Associação Empresarial da Região de Santarém e a Oficina de Transferência de Tecnologia e Conhecimento do Instituto Politécnico de Tomar (OTIC.IPT).
