As Festas de Abrantes entram este sábado na reta final com uma das noites mais aguardadas da edição de 2026. O Aquapolis Sul, em Rossio ao Sul do Tejo, recebe o concerto d’Os Quatro e Meia, seguido de espetáculo pirotécnico e da Festa M80, num programa que antecede as comemorações oficiais do Dia da Cidade, agendadas para domingo, 14 de junho.
Depois das atuações de Diogo Piçarra, Ana Moura, Metro e Dillaz, cabe agora à banda de Coimbra encerrar a programação musical principal das festas, num concerto marcado para o Palco Manuel Maurício, instalado no Hipódromo dos Mourões.
O espetáculo d’Os Quatro e Meia constitui um dos pontos altos das Festas de Abrantes 2026 e será seguido por um espetáculo pirotécnico sobre o Tejo, antes da animação prosseguir pela madrugada dentro com a Festa M80, igualmente no recinto do Aquapolis Sul.




As celebrações prosseguem no domingo, dia 14 de junho, data em que Abrantes assinala os 110 anos da sua elevação a cidade. As cerimónias oficiais do Dia da Cidade decorrem a partir das 16h00 no Museu de Arte Contemporânea Charters de Almeida, onde o Município irá distinguir seis instituições do concelho com a Medalha de Mérito Municipal.
Serão homenageados o Banco Alimentar Contra a Fome de Abrantes, o Centro Humanitário Abrantes/Tomar da Cruz Vermelha Portuguesa, o Grupo de Apoio de Abrantes da Liga Portuguesa Contra o Cancro, a Liga dos Amigos do Hospital de Abrantes, o Núcleo de Abrantes da Liga dos Combatentes e o Rotary Club de Abrantes, entidades reconhecidas pelo trabalho desenvolvido nas áreas da solidariedade, saúde, ação humanitária e cidadania.
O encerramento oficial das comemorações está marcado para as 18h00, na Praça Barão da Batalha, com o espetáculo “Filarmonias de Abrantes”, que reunirá num único concerto a Banda Filarmónica Alveguense, a Banda Filarmónica Mourisquense, a Sociedade de Instrução Musical Rossiense e a Sociedade Filarmónica Educação e Beneficência Riomoinhense.




Organizadas pelo Município de Abrantes, as festas decorreram ao longo de seis dias e voltaram a mobilizar associações, coletividades, agentes económicos e milhares de visitantes em torno de um programa que cruzou música, cultura, tradição, gastronomia, artesanato e animação comunitária.
Num ano particularmente simbólico, em que Abrantes celebra 110 anos de cidade, as festividades assumiram também um caráter de reencontro e afirmação da identidade local, após os meses difíceis provocados pelas cheias no Tejo e pela tempestade Kristin.
O encerramento deste fim de semana pretende, por isso, juntar celebração, memória e reconhecimento da comunidade que faz de Abrantes um território vivo e participativo.
c/LUSA


