PSP. Foto: DR

Uma operação do Comando Distrital da PSP de Santarém em coordenação com a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, Autoridade para as Condições de Trabalho, Autoridade Tributária e Aduaneira e Segurança Social, realizada esta semana em Abrantes, levou ao encerramento de um estabelecimento de restauração e bebidas e de um lar de pessoas idosas, obrigando ao realojamento de 20 pessoas. O encerramento cautelar foi confirmado ao mediotejo.net pelo comissário Daniel Marques, comandante da Esquadra da PSP de Abrantes.

Várias ações de fiscalização de estabelecimentos, tendo em conta “as faixas etárias de maior risco”, resultaram em encerramentos cautelares de um estabelecimento de restauração e bebidas “na zona urbana da cidade de Abrantes” e de um lar de idosos “nas imediações de um estabelecimento de ensino”, durante a última semana, explicou o comissário Daniel Marques.

A operação partiu do Comando Distrital de Polícia da PSP de Santarém através da Divisão Policial de Tomar, Esquadra Policial de Abrantes, em coordenação com a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, Autoridade para as Condições de Trabalho, Autoridade Tributária e Aduaneira e Segurança Social, atuando “cada uma nas suas valências”.

O comissário Daniel Marques apontou como causas do encerramento várias irregularidades nomeadamente a falta de “mínimas condições exigidas e necessárias para laborar”. No lar estavam como residentes cerca de “duas dezenas de pessoas, todas reencaminhas e realojadas em casas de familiares”.

Questionado se as ações resultaram em encerramento definitivo ou se os estabelecimentos poderão reabrir, o comissário Daniel Marques admitiu uma possível reabertura “após novas inspeções e se as autoridades competentes licenciarem a atividade”.

As várias entidades levantaram ainda autos de notícia por crimes contra pessoas e por diversas contraordenações.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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