Está previsto para fevereiro o final da empreitada de restauro, reabilitação, remodelação e ampliação do Edifício Carneiro, em Abrantes, onde será instalado o Museu de Arte Contemporânea Charters de Almeida (MAC). Foto: mediotejo.net

O plano de trabalhos ajustado da empreitada de “Restauro, Reabilitação, Remodelação e Ampliação do Edifício Carneiro em Abrantes, para instalação do Museu de Arte Contemporânea Charters de Almeida (MAC)” foi aprovado na última reunião de executivo. A obra esteve suspensa durante 71 dias motivada pela pandemia de covid-19.

A empreitada de “Restauro, Reabilitação, Remodelação e Ampliação do Edifício Carneiro em Abrantes, para instalação do Museu de Arte Contemporânea Charters de Almeida” foi suspensa entre 23 de março e 1 de junho de 2020, ou seja, durante 71 dias, e por isso mereceu um plano de trabalhos ajustado que foi agora aprovado pelo executivo municipal.

Contudo, sendo os atrasos da responsabilidade do adjudicatário e tendo a suspensão sido autorizada e sustentada na impossibilidade da progressão dos trabalhos da empreitada, nos termos da sua programação, motivada pela falta de condições de segurança no âmbito da pandemia de covid-19, o plano agora aprovado servirá apenas para monitorização do desenvolvimento da empreitada, informa a Câmara Municipal.

A empreitada de “Restauro, Reabilitação, Remodelação e Ampliação do Edifício Carneiro em Abrantes, para instalação do Museu de Arte Contemporânea Charters de Almeida” foi adjudicada por 2 milhões de euros em maio de 2018.

As obras representativas das várias fases do percurso de mais de meio século da atividade artística do escultor Charters de Almeida ficarão expostas no interior e no exterior do edifício. Além dos espaços expositivos interiores, para acolhimento de exposições de caráter permanente e temporário, será instalado um auditório polivalente, refere a autarquia, em nota de imprensa.

A obra está integrada nas intervenções de regeneração urbana – recuperação de património municipal – mas também integra a “estratégia de oferta de produtos turísticos que atraiam mais pessoas para o território do concelho” de Abrantes, no distrito de Santarém, “diferenciando-se pela aposta na vertente cultural, lúdica e educativa”, pode ler-se na mesma nota.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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