O Centro Coordenador de Transportes de Abrantes está em obras. O projeto da Câmara Municipal de alterar o exterior, nomeadamente a paragem de táxis, abrindo um corredor pedonal na zona dos autocarros, e criar novos lugares para pessoas com mobilidade condicionada, no sentido de permitir entrada na plataforma, está concluído.
O passo seguinte será encerrar o primeiro piso, por diversas vezes vandalizado, para uso exclusivo das coletividades. A informação foi avançada pelo vice-presidente da Câmara Municipal de Abrantes, João Caseiro Gomes.
As acessibilidades ao Centro Coordenador de Transportes em Abrantes (CCT), “praticamente já estão concluídas” disse ao mediotejo.net o vice-presidente João Gomes, após a reunião de Executivo, esta terça-feira 16 de outubro, onde o vereador do Bloco de Esquerda, Armindo Silveira, questionou sobre a situação atual daquele equipamento, após várias vezes ter alertado o Executivo para o estado de degradação do local, até por ser uma porta de entrada na cidade.
“Criámos um passeio que liga à bolsa de estacionamento do piso superior à zona de acessibilidades dos autocarros. Foi alterada a paragem da bolsa de estacionamento dos táxis, transferida para uma parte lateral, a nível do piso inferior do CCT onde também foram criados dois lugares para pessoas com mobilidade condicionada que permite uma melhor acessibilidade aos autocarros, um dos problemas que apresentava o CCT. Situações resolvidas, devidamente sinalizadas e em funcionamento”, explicou João Gomes.
A intenção do Município é dar continuidade ao projeto “isolando o piso superior, onde estão sediadas associações do concelho e fechar aquela zona, ficando estritamente afeta ao associativismo” disse, dando conta da existência de casas de banho no piso térreo “neste momento a funcionar, tal como a sala de espera”, restringindo o acesso público aos sanitários do primeiro piso, alvo de diversos atos de vandalismo.
Por último, também no primeiro piso, a “resolução da cobertura interior, removendo o teto falso deixando à vista as abóbodas”. O vice-presidente concluiu dizendo que as intervenções foram realizadas com “meios próprios da Câmara Municipal” sem especificar o custo financeiro da obra.
