Reunião de Câmara de Abrantes. Créditos: mediotejo.net

O novo protocolo de cooperação com a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género (CCIG) de Abrantes já foi aprovado e adiciona como novidade a criação de uma Equipa para a Igualdade na Vida Local e que vai acompanhar os protocolos estabelecidos e a sua implementação de forma a que “permita a entrada de setores não clássicos na área de intervenção da Igualdade”.

A Câmara de Abrantes aprovou a minuta do protocolo de cooperação a estabelecer com a Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG).

No âmbito da Estratégia Nacional “Portugal Mais Igual”, esta nova geração de protocolos com os municípios pretende intensificar as políticas de igualdade de género, prevenção e combate à violência contra as mulheres e violência doméstica e discriminação por orientação sexual.

Pretende também alinhar o trabalho dos municípios com a Estratégia Nacional para a Igualdade e a Não Discriminação – Portugal + Igual, integrando temáticas que tradicionalmente alguns municípios ainda não trabalharam.

No caso de Abrantes, a Câmara Municipal destaca o conjunto do tabalho desenvolvido através de ações públicas junto da população, valendo-lhe o reconhecimento nacional através da atribuição do prémio “Viver em Igualdade” conferido pela CIG.

Desse trabalho, destaca-se, entre outras, a materialização do Plano Municipal para a Cidadania, Igualdade de Género e não Discriminação, o trabalho no âmbito do Gabinete de Apoio à Vítima ou o Serviço Municipal de Promoção da Cidadania e da Igualdade, a Rede Especializada de Intervenção na Violência de Abrantes e as ações de informação e sensibilização sobre Igualdades, Discriminação e Violência junto de vários públicos, incluindo as escolas, e em articulação com vários parceiros.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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