A empresa Xtejo. Imagem Google.

Em mais um ato de solidariedade no contexto da Covid-19, a empresa XTejo oferece a ozonificação de viaturas automóveis. A oferta surgiu na página da rede social Facebook da empresa, situada na zona industrial de Abrantes. “Queremos ajudar da melhor forma possível a debelar esta pandemia”, dá conta a empresa.

“Possuímos máquinas de ozonificação. O ozono esteriliza ambientes e superfícies destruindo fungos, bactérias e vírus”, sublinha a mesma nota.

O serviço será efetuado em modo de self service (faça você mesmo). No exterior das instalações a XTejo montou uma tenda e o respetivo equipamento.

“Estará disponível no local um elemento da nossa equipa, que a uma distância de segurança, dará indicações como proceder, isto porque para nós a segurança é tudo”, pode ler-se na mesma publicação.

O serviço, prestado de forma gratuita, será executado mediante agendamento, no sentido de evitar “concentração de pessoas” e  “eliminando o risco de contaminação”.

Assim, todas as viaturas que dão entrada na oficina são previamente higienizadas de forma a proteger os clientes e os trabalhadores da empresa.

A XTejo explica os procedimentos: “1. O cliente liga e verifica horários disponíveis; 2. Ao esterilizar o ambiente da viatura esta deve estar livre de pessoas e animais. 3. O ozono mantém o automóvel esterilizado por tempo indeterminado, desde que sejam respeitados os protocolos de manutenção da limpeza”.

O contacto exclusivo para esta operação faz-se através do telefone com o número 933830003, das 10h00 às 15h00.

A XTejo é uma empresa concessionária multimarca, com oficina, venda de peças e stand de viaturas.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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2 Comentários

  1. Porque não se usa esses aparelhos, ou outros com a mesma função em hospitais lares, enfim onde for necessário nesta época em que estamos a viver??? Não entendo porquê, se existem vamos usar para minimizar todo este problema.

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