Município de Ourém vai distribuir mais 75 mil máscaras por instituições do concelho. Foto Ilustrativa: DR

Há seis meses, desde que a pandemia de covid-19 chegou a Portugal, que Abrantes, tal como outros municípios, tem vindo a aumentar a despesa para minimizar os riscos de covid-19 e dar respostas à comunidade. O presidente da Câmara, em reunião de executivo, contabilizou um valor investido na ordem dos 750 mil euros, na sequência de um pedido do vereador eleito pelo Partido Social Democrata, Rui Santos.

Desde março que Abrantes já gastou 749.585,00 euros no âmbito da pandemia de covid-19, designadamente em equipamentos de proteção individual, mas também em testes de despiste, ações de desinfeção, computadores para o ensino à distância e ainda acrescenta a despesa relativamente à faturação da água dos meses de abril, maio e junho, que neste momento ronda os 425 mil euros.

Para a compra de máscaras e luvas o Município gastou 139 mil euros, “sendo que muitas foram cedidas às nossas IPSS e para serviço interno da Câmara, desde os bombeiros a outros serviços públicos” começou por explicar o presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos.

“Em fato e calçado o Município gastou 2004,00 euros, em testes gastámos 19.575,00 euros, em situações de desinfeção e limpeza 27 mil euros” incluindo os kits de desinfeção das ruas, acrescenta o autarca.

Na assistência social às pessoas que revelaram maiores carências, “em refeições já gastámos 4 mil e 800 euros muito específicas e muito relacionadas com as questões de covid” sublinha.

Na Educação o Município de Abrantes investiu “47 mil euros. Em computadores e tablets (15.750,00 euros) e em Internet (13 mil euros), outros serviços sobretudo refeições na área da Educação 18 mil euros” acrescenta.

A Câmara transferiu ainda “3 mil euros para IPSS. E para as famílias que manifestaram situações de fragilidade no âmbito da covid-19, cerca de 24 mil euros. Relativamente a outras estruturas, nomeadamente infraestruturas desportivas gastámos mais 24 mil euros” contabilizou Manuel Jorge Valamatos.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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