(imagem ilustrativa). Créditos: Pixabay

Até ao final do dia 12 de maio, o Município de Abrantes distribuiu 418 computadores e tablets aos alunos do concelho no sentido de poderem acompanhar a escola à distância. O número foi avançado por Celeste Simão, vereadora com o pelouro da Educação, na última reunião de Câmara Municipal de Abrantes.

Nesta equação contam-se “os computadores que estavam nas escolas, mais os 72 que foram adquiridos pelo Município através da Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo e mais 30 computadores que a Câmara Municipal comprou” recentemente para dar resposta a mais alguns alunos, num valor de cerca de 10 mil euros, nota a vereadora.

Celeste Simão deu conta de “uma tarefa muito árdua, nomeadamente para o serviço da Câmara que está na rua a fazer esta distribuição. Não tem sido fácil mas desde o início que tivemos a plena convição que iríamos resolver esta situação […] a verdade é que não vamos deixar ninguém para trás”.

Na ocasião a responsável adiantou ainda que também as “pen’s” para ligação à Internet estavam em processo de distribuição “nos locais onde é necessária”.

Celeste Simão considerou os pais “muito honestos” ao referir que alguns alunos sinalizados sem computador recusaram os equipamentos por, entretanto, terem adquirido ou encontrado uma solução.

Além dos alunos dos Agrupamentos de Escolas de Abrantes, Celeste Simão sublinhou não terem sido esquecidas “as crianças que estão em casas de acolhimento, do Patronato e todas as crianças que não estão com os seus encarregados de educação”.

A 16 de março as escolas de todo o País encerraram por decisão do Governo como forma de combate à disseminação da pandemia de covid-19. Os alunos do 11º e 12º ano regressaram hoje à escola para aulas presenciais.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado.