Mercado semanal decorre às segundas-feiras na Tapada da Fontinha e foi suspenso por tempo indeterminado. Créditos. CMA

No seguimento da entrada do concelho de Abrantes na lista dos concelhos de risco elevado desde o dia 16 de novembro, a Câmara Municipal de Abrantes deu conta que mantém a autorização para a realização do mercado semanal (retalhista e grossista) na Tapada da Fontinha, no total cumprimento das orientações definidas pela Direção-Geral de Saúde,

O mercado semanal na Tapada da Fontinha, em Abrantes, decorre também esta segunda-feira, dia 30 de novembro, e no dia 7 de dezembro, sendo obrigatório o uso de máscara por parte dos comerciantes e clientes e a higienização regular das mãos.

A continuação do funcionamento das Feiras e Mercados de Levante no concelho de Abrantes foi confirmada pelo presidente da Câmara Municipal, depois do Governo ter decidido deixar ao critério dos municípios a realização destas atividades. De acordo com Manuel Jorge Valamatos (PS) as Feiras e Mercados de Levante “estão a funcionar” garantindo estarem “reunidas as condições para tal”, assegurou.

O Mercado semanal (Retalhista e Grossita) que se realiza às segundas-feiras na Tapada da Fontinha, na cidade de Abrantes, desde o dia 25 de maio, tem o seu funcionamento condicionado ao cumprimento de todas as normas e recomendações veiculadas pela Direção-Geral da Saúde (DGS), de modo a garantir as condições de segurança e higiene no exercício da sua atividade. De igual modo, os restantes mercados no concelho têm autorização de funcionamento.

Para além do uso de máscara ou viseira por parte de comerciantes e clientes e a higienização regular das mãos, o plano de contigência observa outras regras, nomeadamente quanto ao acesso, ocupação, permanência e distanciamento físico, assim como as orientações da DGS, e contém um conjunto de procedimentos de prevenção e controlo da infeção.

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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