Mercado e oficina temática celebram este sábado a chegada do Verão em Abrantes. Foto: Tagus

Os hortofrutícolas típicos do Verão vão estar à mostra no Parque Intergeracional de Vale de Rãs, em Abrantes, este sábado, dia 22 de junho. Entre as 9:00 e as 13:00 haverá para venda produtos locais, plantas, artesanato e ainda uma oficina gratuita de hortas urbanas.

Tomate, beterraba, cebola, alface, pepino, curgete, limão, alho francês, pimento, feijão-verde, acelga, espinafre, morango, rúcula, entre outros hortofrutícolas vão ser comercializados ao longo da manhã, juntamente com produtos transformados e artesanato de Abrantes, Constância e Sardoal.

A iniciativa é integrada no Bairro ConVida e participada pelos vários parceiros deste projecto, sendo dinamizada pela TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior e pelo I Núcleo de Produtores PROVE, com o intuito de incentivar a população a consumir produtos hortofrutícolas da época e da região.

Aproveitar um espaço verde de regeneração urbana e que foi criado com o objectivo de inclusão social é a proposta da organização.

O Parque Intergeracional de Vale de Rãs vai, ainda, ser palco de uma oficina, pelas 10:00, dada pelo I Núcleo de Produtores PROVE do Ribatejo Interior. O tema é hortas urbanas e tem como missão ensinar os participantes a plantar ervas aromáticas e medicinais nas suas hortas de varanda, a conhecer algumas técnicas de produção em horta vertical e quais as culturas agrícolas mais apropriadas e ainda a preservar o meio ambiente através do uso de técnicas agrícolas sustentáveis.

Os hortofrutícolas típicos do Verão vão estar à mostra no Parque Intergeracional de Vale de Rãs, em Abrantes, este sábado, dia 22 de junho. Foto: Tagus

As inscrições são gratuitas, mas limitadas a 15 pessoas, e podem ser feitas através do site da TAGUS (tagus-ri.pt).

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

Deixe um comentário

Leave a Reply