Foto: CMA

No dia em que se assinalam os 150 anos da Caixa Geral de Depósitos, o Museu Ibérico de Arqueologia e Arte (MIAA), em Abrantes, inaugura este sábado, às 16h00, a exposição “MATER – a partir da Coleção da CGD”, uma mostra que cruza obras inéditas resultantes de uma residência artística, com peças de coleções institucionais, propondo uma reflexão em torno do conceito de matriz e da criação contemporânea.

A mostra apresenta os resultados da residência artística, com obras inéditas de Hugo de Almeida Pinho, Mariana Vilanova e Sofia Mascate, objetos nunca mostrados da Coleção Estrada (em depósito no MIAA) e obras da Coleção da Caixa Geral de Depósitos dos artistas Álvaro Lapa, Eduardo Batarda e José Leonilson.

Com curadoria de Sara Castelo Branco, a exposição insere-se no ciclo “Desconcentrar”, dedicado à criação artística em territórios de baixa densidade populacional (no Caramulo, Idanha-a-Nova, Abrantes e Guarda durante o biénio 2025-2026).

“A matriz é um espaço vital, do qual algo é gerado, que se relaciona com uma ordem uterina presente na raiz dos elementos. A partir desta dimensão matricial, a exposição “MATER” aborda a matriz como uma força de tecedura entre práticas e objetos”, refere a nota divulgada.

Os artistas convidados dão continuidade à sua prática em cruzamento com o MIAA e o território de Abrantes, desenvolvendo trabalhos sobre e com as comunidades, o ambiente natural e construído, as manifestações plurais da história da arte e a ativação de saberes populares.

Durante três meses de residência os artistas, Hugo de Almeida Pinho, Mariana Vilanova e Sofia Mascate, produziram obras em contexto local que se irão cruzar com obras da Coleção Estrada e da Coleção da CGD.

A mostra pode ser visitada até 21 de junho, de terça a domingo, das 10h00 às 12h30 e das 14h00 às 17h30.

Mestre em Jornalismo e apaixonada pela escrita e pelas letras. Cedo descobriu no Jornalismo a sua grande paixão.

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