Maria do Céu Albuquerque anunciou hoje a sua recandidatura pelo PS a um terceiro mandato como presidente da CM Abrantes. Foto: mediotejo.net

A Comissão Política da Concelhia do PS Abrantes reuniu na segunda-feira, dia 30 de janeiro, onde aprovou por unanimidade a candidata Maria do Céu Albuquerque, atual presidente da autarquia, como cabeça de lista do Partido Socialista à Câmara Municipal de Abrantes, nas próximas eleições autárquicas.

Em comunicado, a concelhia do PS de Abrantes, liderada por Bruno Tomás, refere que Maria do Céu Albuquerque “reiterou a sua disponibilidade em se recandidatar pelo Partido Socialista e dar continuidade ao projeto que iniciou há 8 anos”.

Na masma nota pode ler-se que o PS Abrantes “congratula-se pela continuidade de um projeto centrado nas pessoas, nas instituições, nas organizações, em suma, numa Comunidade + Viva, com determinação e persistência”.

Questionada pelo mediotejo.net, Maria do Céu Albuquerque confirmou a sua nomeação e a sua recandidatura ao cargo:

“Aceito. O secretariado do PS de Abrantes propôs o meu nome para encabeçar as listas do PS à Câmara de Abrantes por mais um mandato, eu mostrei toda a minha disponibilidade e a minha vontade para continuar por mais 4 anos a servir a comunidade abrantina”, disse ao mediotejo.net a atual presidente da autarquia, que lidera o município desde 2009.

“Quando em 2009 apresentei a minha candidatura, apresentei como sendo uma candidatura que permitia criar 3 ciclos de 4 anos para servir a comunidade. Estou disponível para assumir o 3º e depois deixar o espaço para outros protagonistas poderem fazer aquilo que é esta nobre missão, de servir as pessoas e a comunidade no estímulo à competitividade e qualidade de vida aos nossos cidadãos”.

“É nesse espírito que tenho trabalhado, de espírito de serviço público, de missão, e é assim que eu estou disponível a ir a sufrágio e prestar contas aos cidadãos para poder assumir mais estes 4 anos, se essa for a vontade do eleitorado”, declarou.

Questionada sobre a equipa que a poderá acompanhar na candidatura nas autárquicas deste ano, Maria do Céu Albuquerque disse apenas que “ainda é cedo. A seu tempo tornaremos pública toda essa informação”, referiu.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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