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Maria do Céu Albuquerque foi distinguida com o Prémio “Women of the Decade in Public Life” – Mulheres da Década na Vida Pública – durante a sua deslocação oficial à Índia, no início de maio, a convite das Mulheres Bordadoras de Sonhos/ALL Ladies League, para participar no Fórum de Mulheres para a Economia que decorreu entre os dias 26 de abril e 1 de maio, em Nova Deli. A Presidente da Câmara Municipal de Abrantes participou como oradora realizando intervenções nos fóruns.

Este Fórum internacional contou com presenças de mais de 150 países. Desafia mulheres a partilharem conhecimentos experiências entre diferentes esferas (política; ONG’s; ciência; cultura; mundo empresarial, etc) no estabelecimento da igualdade de género.

Maria do Céu Albuquerque disse esta terça-feira, durante a reunião de Executivo camarário, não ser um prémio seu “mas de todos, dos vereadores, dos que trabalham nas coletividades, dos funcionários públicos, dos cidadãos da comunidade e também da comunicação social local e regional que ajudam na divulgação das iniciativas, ajudando a desenvolver a vida pública”.

Em 2017, o evento realizou-se em Portugal, no Estoril, onde estiveram presentes personalidade nacionais, como Isabel Jonet, Presidente do Banco Alimentar Contra a Fome; as deputadas Sandra Cunha do Bloco de Esquerda, Elza Pais do Partido Socialista, e Assunção Cristas do CDS-PP, ou a artista portuguesa Joana Vasconcelos, entre muitos empresários, políticos, empreendedores e artistas, portugueses e estrangeiros.

Para representar Portugal neste Fórum 2018, este ano foram escolhidas as presidentes das Câmaras de Abrantes e Tomar. Em 2019, o Fórum volta a Portugal para ter lugar na cidade de Tomar.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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