Requalificação do Largo da Barrada inaugurado no 1º de Maio. Foto: CMA

A Câmara Municipal de Abrantes assinalou na sexta-feira, 1 de maio, a inauguração da requalificação do Largo da Barrada, na União de Freguesias de São Facundo e Vale das Mós. A intervenção, orçada em 125 mil euros, teve como principal objetivo requalificar e ampliar o espaço público existente, criando melhores condições para a estadia e o convívio entre os habitantes.

Durante a cerimónia, o presidente da União de Freguesias, Amílcar Alves, recordou que a obra demorou mais tempo do que o previsto devido à necessidade de adaptação do projeto inicial, mas sublinhou que o espaço está finalmente pronto para usufruto da comunidade.

Por sua vez, o presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, destacou que esta requalificação é “uma obra de uma comunidade inteira” e aproveitou para mencionar o investimento complementar de cerca de um milhão de euros que os Serviços Municipalizados de Abrantes estão a realizar na rede de abastecimento público de água na localidade, essencial para atrair e fixar jovens casais.

Do ponto de vista técnico, a obra, que teve um prazo de execução de 150 dias, incluiu a anexação de uma nova parcela de terreno ao espaço original.

Devido à inclinação acentuada do terreno, o largo foi organizado em três plataformas separadas por degraus, garantindo áreas de lazer mais confortáveis e seguras. O novo espaço está agora equipado com mobiliário urbano diverso, incluindo floreiras, duas pérgulas, mesas, cadeiras, bebedouro e um abrigo de passageiros junto à via pública.

Abrantes inaugura requalificação do Largo da Barrada em Dia do Trabalhador. Foto: CMA

Segundo o município, esta intervenção representa um “passo significativo no reforço da qualidade dos espaços públicos” do concelho, promovendo a atratividade do território e a melhoria do bem-estar dos residentes.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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