Abrantes inaugura Balcão SNS 24 fixo e móvel. Foto: CMA

Abrantes inaugurou esta quarta-feira, 21 de maio, o Balcão SNS 24 que permite aos munícipes marcarem consultas e exames, solicitar a medicação habitual, baixas médicas, marcar consultas de telemedicina, entre outros, facilitando o acesso da comunidade aos cuidados de saúde. Este serviço passa também, a partir de agora, a estar disponível na Carrinha do Cidadão que percorre todas as freguesias do concelho.

O Balcão SNS 24 abriu esta quarta-feira, dia 21, nas novas instalações do polo de Alferrarede da União de Freguesias de Abrantes e Alferrarede, na Rua do Comércio, nº 32 (largo do antigo cinema de Alferrarede), e na Carrinha do Cidadão, sendo o primeiro balcão deste género na região do Médio Tejo.

O Balcão SNS 24 tem por objetivo melhorar o acesso dos munícipes aos cuidados de saúde primários e evitar que as pessoas se desloquem ao Centro de Saúde para solicitar receitas ou marcar consultas, a título de exemplo, refere o município, em nota de imprensa.

“Para fixarmos pessoas aos nossos territórios, precisamos de criar boas condições, e hoje temos aqui um bom exemplo disso, onde as pessoas podem encontrar alternativas, soluções para os seus problemas, de forma fácil”, disse presidente da Câmara de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, citado na mesma nota.

O Balcão SNS 24 funciona numa sala com mais privacidade para o cidadão tratar dos seus assuntos de saúde e fazer consultas de telemedicina de cuidados de saúde primários e também teleconsultas com especialidades médicas do hospital feitas a partir deste Balcão SNS24.

Horário de funcionamento do Balcão SNS 24:

De segunda a sexta-feira – Das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00.

Este balcão SNS 24 surge na sequência de um protocolo entre o Município de Abrantes e os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde e Unidade Local de Saúde (ULS) do Médio Tejo.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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