Créditos: CMA

Dar uma resposta imediata em situações de urgência e apoiar nos momentos de solidão são os principais objetivos do Serviço de Teleassistência dirigido à população sénior do concelho de Abrantes e resulta de uma parceria entre a autarquia e a Cruz Vermelha Portuguesa.

O Serviço de Teleassistência, projeto que teve início em Abrantes em 2011, consiste na instalação de um aparelho em casa do utente, que funciona 24 horas por dia e 365 dias por ano e que, quando acionado, é ligado à central de atendimento especializado da Cruz Vermelha que garante uma resposta imediata para o problema reportado, com ligação aos bombeiros, PSP, GNR, Hospital e Centro de Saúde, podendo ainda acionar o alerta junto de familiares ou vizinhos.

Este serviço dirige-se a todos aqueles que se encontrem em situação de vulnerabilidade ou dependência, decorrentes da idade, doença prolongada, incapacidade, isolamento ou condições económicas precárias.

Para poder usufruir deste serviço, os beneficiários deverão ter residência no concelho de Abrantes; ter idade igual ou superior a 65 anos e possuir rede fixa de telefone. Os interessados deverão apresentar a sua candidatura no Serviço de Ação Social da Câmara de Abrantes que depois fará a avaliação e atribuição do Serviço de Teleassistência de acordo com os critérios de atribuição (mobilidade, suporte familiar, suporte social e escalão de rendimento).

Com este serviço, a Câmara Municipal de Abrantes pretende implementar medidas e ações que possibilitem a permanência das pessoas em situação de dependência no seu domicílio, garantindo a sua qualidade de vida e que permita, igualmente, que os familiares possam estar mais próximos e tranquilos quanto aos ascendentes.

Para esclarecimento de dúvidas, poderão contactar o serviço de Ação Social da Câmara Municipal de Abrantes através do telefone 241 330 100 + tecla 5+ tecla 2 ou do e-mail acao.social@cm-abrantes.pt .

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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