Abrantes homenageia Centro Hospitalar do Médio Tejo com medalha de mérito municipal. Foto: DR

A Câmara Municipal de Abrantes aprovou na terça-feira, por unanimidade, a proposta de atribuição de Medalha de Mérito Municipal ao Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), onde se integra a unidade hospitalar de Abrantes. A Medalha vai ser entregue no domingo, dia 14 de junho, Dia da Cidade.

Na justificação desta proposta, o presidente da Câmara Municipal, Manuel Jorge Valamatos (PS) lembrou que o ano passado a distinção incidiu sobre o Regimento de Apoio Militar de Emergência (RAME), instituição que desenvolve o seu trabalho a nível nacional a partir do quartel base instalado na cidade, e que este ano, pelo trabalho desenvolvido de resposta à pandemia e pela prestação de serviços continuados à comunidade onde se insere, o Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT) seria o merecedor de tal distinção, proposta que mereceu a aprovação por unanimidade de todo o executivo.

A Medalha de Mérito Municipal, a ser entregue no Dia da Cidade de Abrantes, é uma forma de “enaltecer todo o trabalho no âmbito da covid-19”, de “realçar o trabalho da administração” presidida por Carlos Andrade Costa ao longo dos últimos anos, e “homenagear e valorizar também o hospital de Abrantes e todos os seus profissionais de saúde”.

O programa do Dia da Cidade vai ser muito restrito em termos de participação pública devido à atual situação de pandemia. Além da entrega da Medalha de Mérito Municipal ao CHMT, nesta ocasião são habitualmente homenageados os funcionários mais antigos que  laboram na Câmara Municipal de Abrantes.

Constituído pelas unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas, separadas geograficamente entre si por cerca de 30 quilómetros, o CHMT funciona em regime de complementaridade de valências, abrangendo uma população na ordem dos 260 mil habitantes de 11 concelhos do Médio Tejo, no distrito de Santarém, Vila de Rei, de Castelo Branco, e ainda dos municípios de Gavião e Ponte de Sor, ambos de Portalegre.

Programa do Dia da Cidade:

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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