Abrantes recebe Teatro de Marionetas “A Casa da Árvore | a inclusão nas nossas mãos”. Foto: DR

O Parque Urbano de São Lourenço, em Abrantes, recebe no sábado, às 11h00, o espetáculo de teatro de marionetas “A Casa da Árvore | a inclusão nas nossas mãos”, no âmbito da programação de animação de verão. No mesmo dia, Concavada recebe “Botto em Palavras – Fado com Joana Cota”. O espetáculo, com início às 18h00, visa comemorar o nascimento de António Botto.

Organizado pelo município de Abrantes, em parceria com a Associação Salvador, “A Casa da Árvore | a inclusão nas nossas mãos” é uma história de amizade que, com através das temáticas da deficiência motora e da inclusão, promove e defende os direitos universais.

Esta é a história da Olívia e do Isaac que querem construir uma casa na árvore, mas há um problema: como poderá o Isaac subir à árvore se ele tem uma cadeira de rodas? Com a ajuda de mais amigos, decidem meter mãos à obra para arranjar uma solução, pode ler-se na sinopse. Com entradas gratuitas, o espetáculo tem início às 11h00 e é direcionado para crianças.

Ao final da tarde de sábado, o jardim de Concavada recebe “Botto em Palavras – Fado com Joana Cota”. O espetáculo, com início às 18h00, visa comemorar o nascimento de António Botto, e é de entrada livre. A fadista Joana Cota é convidada a cantar poemas de António Botto, natural daquela freguesia.

A fadista Joana Cota vai cantar poemas de António Botto. Foto: CMA

Barão da Batalha com animação de verão

Depois de “De Habana a Sevilla – Cuba e Flamenco”, de Joaquín Moreno, na próxima quinta-feira, dia 22 de agosto, será a vez do cantor e compositor Pagode do Elias apresentar um concerto de ritmos brasileiros.

O espetáculo vai decorrer na Praça Barão da Batalha, em Abrantes, às 21h30, no âmbito da programação de animação de verão 2024.  

A iniciativa é de entrada livre e insere-se na programação da animação de verão da cidade abrantina, que se estende até final do mês com mais música a 29 de agosto, estando agendada para essa noite a atuação da banda Senza.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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