O secretário de Estado da Juventude e do Desporto, João Paulo Rebelo, esteve esta sexta-feira em Abrantes numa reunião com a presidente da Câmara Municipal, Maria do Céu Albuquerque, e os vereadores João Gomes e Luís Dias.

Encontrar uma solução conjunta para a situação da Pousada da Juventude de Abrantes, equipamento único no Distrito de Santarém e na região mais alargada, foi o motivo desta reunião, avança a autarquia, em nota de imprensa.

Segundo a mesma nota, o edifício da Pousada “apresenta várias debilidades ao nível da estrutura física, carecendo de uma intervenção de fundo”, em situação que “arrasta-se há alguns anos motivando o seu encerramento durante a chamada época baixa”.

“O secretário de Estado referiu que por parte da tutela e da Movijovem, que é a entidade gestora destes equipamentos a nível nacional, existe “toda a abertura” para estabelecer com os municípios planos para reabilitar as estruturas necessitadas e melhorar a gestão desses equipamentos, com vista a um conceito de alojamento “mais convidativo” e à promoção da mobilidade juvenil, deixando a garantia de que não serão concessionadas a privados”, pode ler-se na informação.

Na sequência desta abertura, acrescenta, “a Câmara Municipal de Abrantes está disponível para fazer o levantamento das necessidades e encontrar uma fonte de financiamento para a realização da obra de recuperação do edifício”.

“Maria do Céu Albuquerque”, refere a mesma nota, “congratulou-se com esta convergência de posições. Recordou que, pese embora não sendo um equipamento municipal e a sua gestão não ser da responsabilidade da Câmara, de há 3 anos a esta parte que a autarquia vinha manifestando junto da Movijovem toda a disponibilidade para fazer parte da solução, para evitar o encerramento sazonal do equipamento, lamentando que nunca se tenha chegado a um consenso”.

Para a autarca, a Pousada da Juventude é um equipamento de “inegável valia” para o desenvolvimento económico local, uma vez que é um importante ponto de acolhimento, conclui.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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