Exposição de Filipa Batista, Romie e Massimo Esposito está patente ao público até outubro. Foto: CMA

A exposição “Abre-Antes” com trabalhos de Filipa Batista, Massimo Esposito e Romie, foi inaugurada este sábado, 30 de julho, no QuARTel – Galeria Municipal de Arte de Abrantes. A mostra estará patente ao público até 8 de outubro, podendo ser visitada de terça-feira a sábado, das 14h00 às 17h30. Encerra ao domingo e segunda-feira.

“Abre-Antes” integra o ciclo de exposições/eventos denominado “A Arte por um fio”, que irá decorrer até 7 de janeiro de 2023, com curadoria de Massimo Esposito, no QuARTel – Galeria Municipal de Arte, espaço cultural destinado agora a acolher exposições de artistas locais e regionais, com o objetivo de aproximar o público à arte.

Filipa Batista, natural de Abrantes, é licenciada em Escultura e atualmente encontra-se em Mestrado na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. No seu trabalho, a artista faz uso de diversos materiais, transformando-os e dando-lhes, assim, novas leituras e conceitos. Desde muito nova, apercebeu-se que a sua melhor maneira de comunicar seria pela arte e com o passar dos anos foi aprofundando esta paixão dando agora a conhece-la ao mundo.

Romie, natural de Abrantes a viver entre o Tramagal e as Caldas da Rainha, frequenta atualmente o segundo ano do Mestrado de Artes Plásticas na Escola Superior de Artes e Design em Caldas da Rainha, onde se licenciou em Artes Plásticas. A artista aborda questões antagónicas, temporais, de identidade, género e intimidade. Faz uso recorrente da figura feminina no seu trabalho e utiliza uma abordagem híbrida entre os krafts e o digital, trabalhando fotografia, vídeo, pintura, desenho, livros de artista, instalação e performance. Meios através dos quais cria atmosferas, identidades, realidades, ambientes e utopias, imersivas para o espetador.

De acordo com o curador Massimo Esposito, “a Arte é comunicação e, segundo a minha visão, deve ser, sim, interpretada pelo visitante, mas deve ser uma informação, um grito, um sussurro que o artista envia, neste caso a Abrantes e ao Médio Tejo. Tive a possibilidade e o privilégio de curar e organizar este ciclo de exposições, convidando colegas e antigos alunos, porque temos de dar uma possibilidade aos jovens artistas de Abrantes de dar a conhecer a sua criatividade e poder expô-la ao público”.

Foto: CMA

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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