O FinAbrantes é um programa que apoia financeiramente os clubes e coletividades do concelho nas suas diversas atividades. Créditos: CMA

A Câmara Municipal de Abrantes já aprovou as candidaturas ao Programa do FinAbrantes – Programa de Apoio a Coletividades do concelho, nas medidas de apoio a atividades nos âmbitos cultural, social, juventude, sociais e eventos diversos, num total de no montante global de 331.074,42 euros (+2% do que em 2019/2020). Somando a verba relativa ao apoio à atividade desportiva no concelho, no valor total de 195.752,65 euros, já contratualizada, a Câmara de Abrantes coloca ao serviço do movimento associativo mais de meio milhão de euros.

O referido montante reparte-se pelas diversas medidas, nos seguintes termos: Medida 1 – Cultura – 129.148,00 euros; Medida 3 – Juventude – 16.847,60 euros; Medida 4 – Social – 99.658,49 euros; Medida 5 – Eventos – 85.420,31 euros.

É expectável que ao longo do ano aconteçam alguns acertos especializados, uma vez que alguns eventos expressos nas candidaturas poderão ser cancelados ou adiados por via das medidas de contenção à covid-19.

Segundo a autarquia, “este apoio municipal anual reflete a vitalidade do movimento associativo no concelho de Abrantes, pilar fundamental de coesão social e do apoio aos interesses e necessidades das comunidades locais”.

Entretanto, foi também aprovado o início do procedimento para alteração do regulamento do FinAbrantes para o ajustar em função da realidade atual das diversas áreas apoiadas, como por exemplo alguns imperativos legais uma vez que o regulamento em vigor data de 2012.

A intenção é também acrescentar uma nova medida de apoio ao Investimento para conservação e beneficiação de infraestruturas das coletividades e à aquisição de equipamentos e de viaturas para suporte às suas atividades.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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