Exposição de arte contemporânea “Birbante" na quARTel, a Galeria de Arte Contemporânea de Abrantes. Foto arquivo: CMA

Está patente ao público até 31 de outubro uma nova “conversa” entre a arte e as paredes da quARTel, a galeria de Arte Contemporânea de Abrantes, coleção Figueiredo Ribeiro. A exposição “Birbante”, de Pedro Henriques, com curadoria de Nuno Faria, foi inaugurada na tarde de 14 de julho pela presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Maria do Céu Albuquerque, e pelo colecionador Fernando Figueiredo Ribeiro.

Exposição de arte contemporânea “Birbante” na quARTel, a Galeria de Arte Contemporânea de Abrantes. Créditos: CMA

“A presente exposição oferece um panorama amplo de produção — desenho, pintura, escultura e fotografia — no sentido de dar a ver as dinâmicas do processo criativo e produtivo do artista. Entre imagem e matéria (as peças escultóricas), imagem e meio (a fotografia), ou imagem e mão (o desenho) estamos perante um campo de forças em que a forma se vê constantemente subjugada pela energia e em que o reconhecimento dá lugar ao espanto.” (excerto do texto de folha de sala da autoria do curador, Nuno Faria).

Pedro Henriques, que nasceu em 1985, vive e trabalha em Lisboa. Expõe regularmente desde 2008 e editou dois livros, ambos chamados Sidewinder (2013 e 2015). Mereceu o prémio Novo Banco Revelação 2014 pela Fundação Serralves e ainda o prémio EDP Novos Artistas, Galeria Fundação EDP, Porto, 2013.

Exposição de arte contemporânea “Birbante” na quARTel, a Galeria de Arte Contemporânea de Abrantes. Créditos: CMA

A exposição pode ser visitada de terça a sábado, das 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 19h00, na galeria quARTel, em Abrantes.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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