A Escola Superior de Tecnologia de Abrantes (ESTA), pólo do IPT, recebe entre os dias 15 e 19 de maio, entre segunda-feira e sexta-feira, mais uma edição do Encontro de Comunicação, organizado pelos alunos da licenciatura de Comunicação Social, este ano subordinado ao tema “Redes de Comunicação”.

Temas diversos e cinco dias de muita dinâmica, desde workshops, a palestras sobre temáticas relacionadas com o curso de comunicação social, publicidade, assessoria de imprensa, jornalismo, fotografia, novos conteúdos, humor, documentários, redes e muito mais, num evento dinamizado por alunos e professores de Comunicação Social da ESTA.

No primeiro dia dedicado às Redes de Comunicação, esta segunda-feira, dia 15 de maio, a ESTA conta com a presença de Mauro Moura, que vai dar a oportunidade de aprender, em apenas algumas horas, como fazer curtas-metragens com o telemóvel. Os participantes no workshop vão ainda poder fazer um vídeo através de time lapses, com o tema ‘Comunicar Abrantes’.

Mauro Moura

Mauro Moura é atualmente aluno do doutoramento de Arte do Média, na Universidade Lusófona, que concilia ainda com o seu cargo de criativo, na BI-DOM, Academia Criativa. Licenciado em Música Eletrónica e Produção Musical pela ESART, em Castelo Branco, Mauro Moura é ainda mestre em Cinema pela Universidade da Beira Interior.

A iniciativa conta ainda com uma seleção de vídeos e trabalhos feitos pelos alunos de vídeo e cinema documental, entre muitas outras iniciativas (ver programa) culminando com um momento de descontração e de diversão, com o espetáculo ” Laydown Comedy”, na cervejaria AquaPolis.

Todas as atividades realizadas nesta semana, serão gratuitas e abertas a todos os que queiram participar.

Workshops:

-15 de maio: 9h30 na ESTA, workshop Time Lapse;

-17 de maio: 14h30 no Tecnopolo, workshops de jornalismo para estudantes do ensino secundário;

-18 de maio: 10h30 no auditório da ESTA, workshop A inteligência virtual no marketing;

-19 de maio: 14h30 no auditório da ESTA, workshop de Fotografia

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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