ARQUÉTIPO é uma performance escrita para o espaço público, que convida o espectador a refletir sobre o tema do “Amor” na sociedade contemporânea!. Créditos: DR

O polidesportivo de Rossio ao Sul do Tejo, no Aquapolis Sul, recebe esta sexta-feira, às 18.30, o espetáculo “Arquétipo – Radar 360º”, uma performance escrita para o espaço público que convida o espetador a refletir sobre o tema do “Amor” na sociedade contemporânea.

Cumprindo com todas as normas da Direção Geral da Saúde, o espetáculo de dança e acrobacia contemporânea tem entrada gratuita mas está sujeita à lotação máxima de 60 pessoas. Os bilhetes podem ser levantados no Posto de Turismo, em Abrantes, aberto das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00.

O epicentro da narrativa é um mergulho subcutâneo em direção ao nosso eu primitivo, sendo que a linguagem artística do projeto situa-se entre a dança e a acrobacia contemporânea. A peça transporta para o gesto dramático e para as paisagens urbanas, imagens primordiais, símbolos que nos acompanham desde a nossa mais remota existência e que continuam a povoar até aos dias de hoje, o nosso inconsciente coletivo.

De facto, ele não è o Romeu… e ela não é a Julieta, mas a performance propõe-se a ser à sua maneira, uma reescrita improvável de Shakespeare dançado!

“Assim que se olharam, amaram-se; assim que se amaram, suspiraram; assim que suspiraram, perguntaram-se um ao outro o motivo; assim que descobriram o motivo, procuraram o remédio”. William Shakespeare

Com a duração de 40 minutos, o espetáculo dirige-se a todos os públicos. O uso de máscara é obrigatório.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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