Escola Secundária Dr. Manuel Fernandes. Foto: DR

A Câmara Municipal de Abrantes disponibilizou um apoio no valor de 3 mil euros ao Agrupamento de Escolas nº 2 de Abrantes, em decisão aprovada na última reunião de executivo. Na reunião de Câmara realizada no dia 17 de dezembro, o presidente, Manuel Jorge Valamatos (PS), agradeceu toda a disponibilidade da direção da Escola Manuel Fernandes para acolher espetáculos municipais no seu auditório, de forma gratuita.

Os pressupostos desse apoio financeiros passam pela utilização, preferencial, do auditório da Escola Secundária Dr. Manuel Fernandes para a realização de um conjunto de espetáculos programados na agenda cultural municipal de 2019, sem contrapartidas financeiras associadas, compensando as despesas inerentes ao funcionamento (luz, água e limpeza).

A par da cedência do espaço, a verba serve também pelo reconhecimento do ensino artístico especializado, quer através do Curso Básico de Música, do Curso Profissional de Artes do Espetáculo e do Curso Básico de Dança, pela disponibilidade permanente de colaboração com as iniciativas da autarquia, incluindo as programadas ainda em 2019 e para 2020, e pela procura constante de difusão dos projetos artísticos municipais e/ou coproduzidos para as iniciativas de extensão cultural a promover ainda em 2019 e em 2020.

Reunião de Câmara Municipal de Abrantes. Créditos: mediotejo.net

Recordando o acordo com a sociedade comercial Iniciativas de Abrantes para a compra pela autarquia do edifício do Cineteatro S. Pedro, e o processo condicente à realização de obras, Manuel Valamatos afirmou que após o processo concluído, a Câmara manterá o interesse em continuar a realizar espetáculos nas diversas salas do concelho.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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