Bombeiros de Abrantes recolheram esta quinta-feira o cadáver de uma mulher do rio Tejo. Foto arquivo: Jorge Santiago

Foi encontrado esta quinta-feira, no rio Tejo, junto ao açude de Abrantes, o corpo de uma mulher, que, apesar do estado de decomposição, as autoridades acreditam ser de uma jovem de 26 anos que estava desaparecida desde 8 de abril. O alerta foi dado por um pescador que avistou o cadáver junto à margem.

Fonte da GNR de Abrantes disse ao mediotejo.net que o cadáver foi encontrado 200 metros abaixo do açude insuflável, na margem esquerda do rio Tejo, tendo sido chamados os bombeiros para remover o corpo, que estava já em decomposição, provavelmente pelo tempo que terá estado debaixo de água. O delegado de saúde confirmou o óbito no local e o corpo foi transportado para a morgue do hospital de Abrantes.

Os bombeiros de Abrantes foram chamados ao local às 16h09 para remoção do cadáver, tendo também sido chamada a Policia Judiciária de Leiria, a quem o caso foi entregue para investigação. Fonte da PJ confirmou ao nosso jornal que o corpo vai ser sujeito a autópsia, confirmando que se presume que o corpo seja da jovem mulher que estava desaparecida desde o dia 8 de abril.

“O corpo foi encontrado abaixo do açude [de Abrantes], numa das margens do rio, e tudo indica que seja a rapariga que estava desaparecida desde a semana passada”, declarou a mesma fonte, referindo-se a Viktoriia Oleksandrivna Katyukova, uma mulher de origem ucraniana que residia em Abrantes, segundo o apelo lançado pelos amigos da jovem em busca de informações sobre o seu paradeiro.

“A Viktoriia está desaparecida desde terça feira [8 de abril]. Nesse dia regressou de Lisboa e deixou os pertences dela em casa (em Abrantes)”, escreveu uma amiga da jovem no Facebook. A última vez que foi vista terá sido perto da farmácia Motta Ferraz, em Abrantes, por volta das 20h00 dessa terça-feira, segundo outras publicações de amigos nas redes sociais, que foram divulgando o seu desaparecimento e apelando à partilha de informações com as autoridades policiais.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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