O Programa de Apoio a Estratos Sociais Desfavorecidos tem como objetivo disponibilizar recursos para auxiliar pessoas em situação de carência económica, minimizando as situações de pobreza e de exclusão social. (imagem ilustrativa). Créditos: Pixabay

Em 2024 foram registados 89 pedidos de apoio, num total de 238 pessoas abrangidas, menos 28 do que os ocorridos em 2023 (117 pedidos/ 305 pessoas abrangidas), o que significou menos 10 mil euros em apoios. Em 2024 o apoio foi de 55.543,59 euros, enquanto em 2023 foi de 65.388,34 euros.

A vereadora da Ação Social do município, Raquel Olhicas, explicou que este diferencial acontece porque a maioria das pessoas que se candidata a este apoio estão integradas no RSI – Rendimento Social de Inserção, “e muitas são capacitadas para a empregabilidade”, o que faz com que recorram menos a este programa municipal. “É um saldo muito positivo”, observou a autarca.

Dos 86 pedidos de apoio registados em 2024, 60% dos apoios atribuídos são de emergência, 71% correspondem a pedidos de apoio na área da habitação, essencialmente destinados a rendas ou prestações e despesas correntes (água / eletricidade), e 26% são na área da saúde, essencialmente destinados a medicação.

Observa-se ainda que 77% dos pedidos de apoio são oriundos das freguesias urbanas do concelho de Abrantes.

O Programa de Apoio a Estratos Sociais Desfavorecidos tem como objetivo diminuir a pobreza, a qual se define por um estado de carência económica a médio e longo prazo.

Este programa de apoio municipal é um instrumento de suporte às dificuldades subjacentes na gestão familiar, não pretendendo apoiar todas as necessidades mensais das famílias, mas algumas carências, de forma a garantir que as mesmas procurem o equilíbrio, a autonomia e a não dependência.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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