O Município de Abrantes procura soluções que resolvam a dimensão do miniautocarro aBUSa, de forma a melhorar a circulação nas ruas estreitas do centro histórico. Créditos: CMA

O Município de Abrantes está a desafiar startups a apresentarem soluções de mobilidade urbana a implementar na cidade, que possam atrair mais utilizadores para o uso do miniautocarro aBUSa.

Procuram-se soluções que resolvam a dimensão do miniautocarro, de forma a melhorar a circulação nas ruas estreitas do centro histórico, bem como torná-lo mais amigo do Ambiente e estender o seu uso a turistas.

O presente desafio resulta da competição mundial “Get In The Ring Urban Mobility”, num projeto conjunto com a Building Global Innovators e quatro municípios portugueses: Abrantes, Braga, Fundão e Angra do Heroísmo.

Considerada uma oportunidade única para as startups poderem implementar projetos piloto com o apoio dos municípios, a autarquia de Abrantes deixa o convite aos empreendedores para participarem neste desafio.

Os participantes habilitam-se à possibilidade de ganhar prémios, com o vencedor a receber 5000 euros e a seguir para a final internacional do “Get In The Ring”.

As candidaturas ao programa decorrem até ao próximo dia 16 de maio, aqui.

Centro histórico da cidade de Abrantes. Créditos: CMA

Sobre o aBUSa:
Trata-se de um transporte urbano coletivo que pretende conferir aos cidadãos um modo de transporte rápido, económico, seguro, cómodo e, ao mesmo tempo, descongestionar o centro histórico da cidade do grande volume de tráfego automóvel, reduzindo igualmente a procura de estacionamentos, libertando o espaço e tornando-o mais aprazível e amigável para os peões. Uma solução criada com o objetivo de incentivar o uso do transporte colético, em detrimento do transporte individual, numa ótica de diminuição da poluição atmosférica e do ruído, do aumento da eficiência energética, da eficiência económica e da equidade social.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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