Aquapolis margem sul ao fundo do outro lado do rio

A conferência “Rossio ao Sul do Tejo – Passado, Presente e Futuro” decorre esta sexta-feira, 18 de maio, às 17h30, na sala do Parque Tejo (Aquapolis Sul) numa organização da Associação Rossio Con Vida. Serão oradores neste evento, os professores Joaquim Candeias Silva, José Alves Jana e José Martinho Gaspar. A entrada é livre.

A conferência é dedicada ao 179º aniversário da criação da Freguesia do Rossio ao Sul do Tejo (extinta em 2013, com a agregação à Freguesia de S. Miguel do Rio Torto). Embora pertença hoje a uma União de Freguesias, o Rossio ao Sul do Tejo mantém intacta a sua identidade histórica, cultural e social, bem como os seus símbolos, conforme o estabelecido nos artigos 3º e 9º da Lei 22/2012, de 30 de maio.

A conferência do dia 18 de maio inicia-se com a projeção de fotografias antigas do Rossio ao Sul do Tejo, algumas delas pouco conhecidas. Seguir-se-á a intervenção dos três oradores convidados, personalidades conhecidas do meio intelectual e académico de Abrantes, designadamente no domínio da História Local, os quais refletirão sobre o passado do Rossio e o que com ele se pode aprender para melhor compreender o presente e preparar o futuro.

O Rossio ao Sul do Tejo, compreendendo os lugares de Aldeia, Baeta, Cabrito, Ónia, Rossio ao Sul do Tejo e Santo António, foi elevado a Freguesia por carta de lei de 18 de maio de 1839, sendo desanexado da de São João Batista de Abrantes. Teve outras designações, nomeadamente Banda d’Além, Porto do Tejo, Rossio das Barcas, Rossio do Tejo e Rossio de Abrantes, fazendo jus à sua qualidade de principal porto fluvial da região.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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