Foto ilustrativa: DR

Abrantes irá receber, no auditório da Escola Secundária Dr. Solano de Abreu, uma nova edição da Competição Robótica IPT, no dia 14 de maio, a partir das 9h00. Com inscrições até 7 de maio, a Competição Robótica IPT resulta de uma parceria entre o Politécnico de Tomar, Agrupamento de Escolas Nº1 de Abrantes, Câmara de Abrantes e Tagusvalley – Parque de Ciência e Tecnologia.

Com o objetivo de “incentivar e motivar o interesse de toda a comunidade educativa para as áreas científicas e tecnológicas”, esta iniciativa pretende “proporcionar a troca de experiências entre os alunos e professores de toda a região, num ambiente estimulante de cultura científica”.

A competição é composta por duas provas:
i) Seguimento de Linha e
ii) Dragster, estando igualmente prevista uma prova livre de demonstração aberta a todos os que pretendam mostrar as habilidades dos seus robôs numa vertente extracompetição.

Cada equipa participante deve ter um nome e ser constituída por um máximo de cinco estudantes e deve incluir pelo menos um docente/mentor.

As inscrições, que são gratuitas mas de registo obrigatório, estão a decorrer.

Os interessados podem inscrever-se, até ao dia 7 de maio, em https://forms.gle/Nw2qSAHRAZfZ884t5

A Competição Robótica IPT resulta de uma parceria entre o Politécnico de Tomar, o Agrupamento de Escolas Nº1 de Abrantes, a Câmara Municipal de Abrantes e o Tagusvalley – Parque de Ciência e Tecnologia.

Mais informações e regulamento da prova disponíveis em http://www.robotics.ipt.pt

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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