Abrantes Clube de Padel apura-se para a fase final da Liga de Clubes. Foto: ABCP

O Abrantes Clube de Padel (ABCP) apurou-se para a fase final nacional da Liga de Clubes da Federação Portuguesa de Padel, através da qualificação da equipa de M5. O ABCP será uma das duas equipas a representar em novembro a região Centro, na fase final da competição.

A equipa do escalão M5 vai disputar a fase nacional da Liga de Clubes da Federação Portuguesa de Padel após ter vencido os clubes MC Padel, VC Padel e Académica de Coimbra por 3-0, 2-1 e 3-0 respetivamente, na fase final regional, que decorreu no Star Padel em Coimbra, nos dias 30, 31 de agosto e 1 de setembro.

Neste primeiro ano de competições oficiais, o Abrantes Clube de Padel ABCP integrou a Liga com duas equipas de dois escalões: M5 e M6.

A vitoriosa equipa de M5 | Valnor – composta por Bernardo Bonacho, Carlos Quinta Gomes, Francisco Rosado, Gonçalo Leitão, Hugo Bonacho (sub-capitão), João Vitorino, Ruben Fernandes, Rui Ramalhete (capitão), Sérgio Junqueira e Tiago Falcão – tornou-se, ao conseguir o apuramento, uma das duas equipas que irão representar a região Centro na fase final nacional da Liga de Clubes da Federação Portuguesa de Padel no final de novembro.

Na fase de grupos da zona Centro, que antecedeu a fase regional, a equipa M5 | Valnor do Abrantes Clube de Padel ABCP tinha conseguido apurar-se num total de 32 equipas. Já na fase regional, disputada em Coimbra, estiveram presentes 12 equipas.

Já a equipa M6 | Ourogal conseguiu desbravar terreno na fase de grupos, disputada por 23 equipas. A formação, composta por Carlos Gaspar, Daniel Gil, Daniel Santos, João Cabrita, João Rui, João Tiago Santos, João Tiago Silva, Pedro Leitão e Tiago Jacinto, chegou até à fase final regional, onde foi eliminada por 2-1 pelo clube Padel XXL.

A fase final nacional da Liga de Clubes da Federação Portuguesa de Padel vai ser disputada entre 21 e 24 de novembro de 2024, no Oeiras Padel Academy, em Oeiras.

Formada em Jornalismo, faz da vida uma compilação de pequenos prazeres, onde não falta a escrita, a leitura, a fotografia, a música. Viciada no verbo Ir, nada supera o gozo de partir à descoberta das terras, das gentes, dos trilhos e da natureza... também por isto continua a crer no jornalismo de proximidade. Já esteve mais longe de forrar as paredes de casa com estantes de livros. Não troca a paz da consciência tranquila e a gargalhada dos seus por nada deste mundo.

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