Reunião de Câmara Municipal de Abrantes. Créditos: mediotejo.net

A Câmara Municipal de Abrantes reconheceu esta semana o Centro Social Interparoquial de Abrantes (CSIA) como entidade beneficiária dos apoios aos projetos empresariais, aprovando a concessão de apoios de natureza fiscal e tributária em cerca de 26 mil euros. O presidente da Câmara indica que, com o novo projeto do CSIA, um Lar na zona da Chainça, serão criados 15 postos de trabalho.

O Centro Social Interparoquial de Abrantes, cujo presidente é o pároco da diocese de Abrantes, padre José da Graça, foi reconhecido na última reunião de Câmara Municipal, realizada na terça-feira, dia 23 de julho, como entidade beneficiária dos apoios aos projetos empresariais no concelho, aprovando o Executivo a concessão de apoios de natureza fiscal e tributária no valor estimado de 26.669,44 euros.

A candidatura a esses apoios foi apresentada pelo Centro Social Interparoquial de Abrantes que viu reconhecido o seu projeto de construção de uma estrutura residencial para idosos, vulgo lar, como de interesse municipal.

“O Centro Social Interparoquial de Abrantes não é uma empresa mas vai criar, com uma nova atividade, 15 postos de trabalho e vai oferecer novas camas sendo um projeto que interessa para a resposta social que é preciso dar na cidade e no concelho”, referiu o presidente da Câmara Municipal.

Manuel Valamatos (PS) explicou, nomeadamente ao vereador do Bloco de Esquerda, Armindo Silveira, que levantou algumas dúvidas se este projeto seria destinado a “pessoas desfavorecidas”, que a concessão de apoios de natureza fiscal e tributária não se prende com questões económicas ou de tipologia da resposta social.

“O fundamento é criação de 15 postos de trabalho e esta decisão nasce do regulamento de projetos empresariais” do Município de Abrantes, justificou.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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