Centro de Vacinação de Abrantes. Créditos: CMA

Instalado no Quartel dos Bombeiros, o Centro de Vacinação Covid-19 de Abrantes está a funcionar há um ano, tendo sido ali administradas até ao momento mais de 90 mil vacinas. Com o evoluir favorável da pandemia, a partir de terça-feira, dia 1 de março, o Centro de Vacinação de Abrantes funcionará apenas às terças-feiras, quintas-feiras e sábados, das 9:00 às 13:00.

Bernardino Marques Fontes, de 87 anos e residente em Tramagal, foi o primeiro munícipe do concelho a quem foi administrada a primeira vacina no Centro de Vacinação Covid-19 de Abrantes, passavam poucos minutos das 9h00 da manhã do dia 24 de fevereiro de 2021.

Desde então, foram administradas mais de 90 mil vacinas, das quais cerca de 24 mil são terceiras doses.

No âmbito do apoio à vacinação, a autarquia disponibilizou a Linha Direta e gratuita de Transportes, através do 241 330 112, tendo transportado mais de 2.400 pessoas desde a sua freguesia até ao Centro de Vacinação. O processo de transporte decorreu também com o apoio das Juntas de Freguesia, Bombeiros e Cruz Vermelha, estes últimos que apoiaram no transporte de pessoas com mobilidade reduzida.

Equipada com quatro postos de vacinação e uma zona de recobro dos utentes, numa primeira fase, foram vacinados os utentes com 80 ou mais anos, seguindo-se os utentes com mais de 50 anos com patologias graves e restantes faixas etárias, de acordo com as instruções das autoridades de saúde e do Governo, chegando-se às crianças dos 5 aos 11 anos que, só nos dias 5 e 6 de fevereiro de 2022, foram vacinadas um total de 386 no CVC de Abrantes.

A partir do próximo dia 1 de março de 2022, o Centro de Vacinação Covid-19 de Abrantes funcionará às terças, quintas e sábados, das 9h00 às 13h00.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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