Caminhada solidária junta 300 pessoas em Abrantes, numa onda de calor humano. Foto: DR

O centro histórico de Abrantes ganhou uma nova dinâmica esta terça-feira de Carnaval, com uma ação de solidariedade a juntar cerca de 300 participantes que quiseram participar na Corrida/Caminhada Solidária de apoio ao Vitor, um jovem paraplégico residente em Rossio ao Sul do Tejo. Proporcionar ao Vitor uma melhor qualidade de vida foi o mote para que esta ação se pudesse desenvolver e que deixou a organização e o próprio Vitor e os seus familiares de coração cheio.

“O nosso objetivo foi cumprido: sensibilizar as pessoas. E a nossa comunidade correspondeu. Estamos emocionados com a atitude das pessoas. Esta é a prova viva que a comunidade abrantina é solidária quando a ação lhes toca o coração: esse era e foi sempre o nosso objetivo”, disse ao mediotejo.net Alexandra Simão, uma cidadã que, juntamente com Vasco Catroga, meteram mãos à obra e organizaram o evento.

“O apoio de todos foi fundamental! Fomos apoiados por várias entidades, às quais agradecemos muito e, para iniciativas futuras, só tenho que vos dizer: contem connosco! Lancem-nos ideias, nós estamos cá para as receber e analisar. Com certeza que terão a nosso apoio”, contou Alexandra, tendo lembrado que iniciativas similares já permitiram recolher contributos da sociedade que disseram presente e comparticiparam na aquisição de uma cadeira de rodas que o jovem necessitava.

A iniciativa permitiu angariar esta terça-feira, e até cerca das 16:00, a quantia de 792,50€. Foto: DR

“Tanto eu como o Vasco [Catroga], só conseguimos agradecer até porque, neste momento, as emoções não nos deixam dizer mais. Obrigada pela solidariedade que demonstraram ter com esta iniciativa”, afirmou, tendo feito notar que “o objetivo será sempre, sempre, o de dar uma melhor qualidade de vida ao Vitor.”

A iniciativa permitiu angariar esta terça-feira, e até cerca das 16:00, a quantia de 792,50€ mas os contributos continuam com várias pessoas a querer ajudar e participar nesta causa solidária.

Para esclarecimentos ou informações pode contactar a organização pelo telefone: 936 681 448

Mário Rui Fonseca

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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