Mercado Municipal de Abrantes. Foto: DR

Os comerciantes do Mercado Diário de Abrantes estão isentos do pagamento de rendas de ocupação de espaço durante o ano de 2021. A proposta de isenção total das rendas a todos os operadores do Mercado Municipal foi aprovada por unanimidade na última reunião de Câmara Municipal.

No âmbito das medidas extraordinárias relativas à covid-19, alguns dos vendedores do Mercado Diário, nomeadamente os que deixaram de vender durante a pandemia, solicitaram a suspensão do pagamento de rendas, suspensão essa que foi aprovada pela Câmara Municipal de Abrantes.

Os restantes vendedores, tendo em conta que o Mercado Municipal nunca esteve encerrado, continuaram a vender dentro da normalidade possível, e como tal a efetuar o pagamento das prestações mensais da sua concessão.

Mas o executivo entendeu que “o período que estamos a atravessar é extremamente complicado” para os comerciantes e por isso avançou com uma proposta de isenção total de rendas a todos os operadores do Mercado Municipal “na ótica de auxílio aos vendedores” do Mercado Diário e “da dinamização do mesmo”, durante o ano de 2021.

“Alguns operadores não vêm de forma tão frequente como desejamos e esta é uma forma de ajudar a dinâmica do nosso mercado diário e estimular a que as pessoas possam vir mais vezes vender durante a semana”, disse o presidente da Câmara, Manuel Jorge Valamatos.

O autarca apelou às compras naquele espaço comercial, que reúne maior número de vendedores ao sábado, considerando  estar naquele dia “muito composto” de vendedores admitindo que durante a semana “tem fraca operacionalidade”. A proposta foi aprovada por unanimidade.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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