Créditos: CMA

Mais um contrato, que formaliza o apoio financeiro da Câmara Municipal de Abrantes a mais um posto de trabalho, foi firmado entre o presidente da Câmara, Manuel Jorge Valamatos, e o diretor executivo da empresa Techframe – Sistemas de Informação S.A., Carlos Mora, este terça-feira, 16 de junho. A candidatura da empresa aprovada pela Câmara decorreu no âmbito do programa municipal de incentivo à criação de postos de trabalho qualificado para empresas instaladas no Parque Tecnológico do Vale do Tejo, em Alferrarede.

Manuel Jorge Valamatos sublinhou o facto desta empresa já ter visto aprovado quatro candidaturas a este incentivo, totalizando 26 mil euros em apoio a quatro postos de trabalho e deixou o compromisso da continuidade deste incentivo ao tecido empresarial que contribui também para o dinamismo do Tagusvalley – Tecnopolo do Vale do Tejo, Parque de Ciência e Tecnologia.

Carlos Mora, por sua vez, destacou a circunstância do Município estar a apoiar um posto de trabalho de um quadro qualificado numa área de negócio em franco desenvolvimento no país e no estrangeiro, a dos jogos digitais.

A Techframe é uma empresa multinacional líder de mercado no setor das soluções da propriedade industrial em Portugal. Tem sede na Parede e expandiu a sua área de investigação em Abrantes, no Parque Tecnológico, destacando-se no desenvolvimento da área de Jogos Digitais, em alinhamento com a futura oferta pública de formação superior da Escola Superior de Tecnologia de Abrantes na área de programação específica, de Modelação 3D, Animação e Programação de Jogos Digitais.

Desde que entrou em vigor o Regulamento de Emprego Qualificado no Parque Tecnológico do Vale do Tejo, em 2017, a CMA já apoiou 15 postos de trabalho, com valor total aprovado de mais de 90 mil euros. Neste momento existem mais duas candidaturas em análise.

Este incentivo é traduzido na atribuição de uma comparticipação financeira ao salário base mensal do posto de trabalho suportado pela empresa, por um prazo máximo de 2 anos por posto de trabalho apoiado (1º ano até ao limite de 500 euros e segundo ano até ao limite de 250 euros).

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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