Rita Soares, coordenadora da USF D. Francisco de Almeida; Maria do Céu Albuquerque, presidente da CM de Abrantes; Luís Pisco,presidente do conselho diretivo da Administração Regional de Lisboa e Vale do Tejo (ARS LVT); Sofia Theriaga, diretora executiva do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Médio Tejo. Créditos: CMA

Uma viatura para apoio às visitas domiciliárias e realização de ações de promoção da saúde junto dos grupos vulneráveis e de risco, pelos profissionais de saúde, foi entregue esta quara-feira, 28 de março, à Unidade Saúde Familiar (USF) D. Francisco de Almeida, em Abrantes, pela Câmara Municipal local (CMA), num investimento de cerca de 24 mil euros. Nessa sequência foi assinado o protocolo de cedência de utilização do veículo com a Administração de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.

Apesar de não ser uma competência das Câmaras Municipais, a autarquia assumiu este investimento, incluindo o seguro e os encargos com a inspeção periódica do veículo, para prestar um serviço à população e contribuir para minimizar as lacunas em matéria de prestação de cuidados de proximidade na área da saúde.

A presidente da CMA, renovou o compromisso da autarquia em continuar a colaborar com a administração central no reforço de meios, dando continuidade ao investimento na área da saúde, como a construção das USF’s, programa de incentivos à fixação de médicos, entre outros.

Maria do Céu Albuquerque (PS) anunciou que a Câmara, em colaboração com os profissionais de saúde, trabalhará para criar as melhores condições para reorganizar o transporte a pedido no concelho, facilitando a deslocação dos utentes às diversas unidades de saúde e hospital.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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