Obras na futura Unidade de Saúde Familiar de Rossio ao Sul do Tejo, no concelho de Abrantes

Em reunião de Executivo, a Câmara Municipal de Abrantes (CM), aprovou a prorrogação do prazo da empreitada de construção da Unidade de Saúde Familiar (USF) de Rossio ao Sul do Tejo. O pedido foi realizado pela empresa J.C. Bartolomeu-Instalações Eléctricas, Lda. que tem agora até dia 21 de abril para, de forma graciosa, concluir a obra. O Executivo aceitou a argumentação apresentada pela empresa, sustentada na dificuldade de contratação de subempreiteiros.

Em reunião camarária, o Executivo de Abrantes aprovou por unanimidade conceder uma prorrogação graciosa do prazo da empreitada de construção da USF de Rossio ao Sul do Tejo, Abrantes, por 79 dias, fixando-se a conclusão da mesma em 21 de abril de 2018. Aprovou ainda os planos de trabalhos, mão-de-obra e de equipamentos e o respetivo cronograma financeiro, apresentados conforme o novo prazo solicitado, aceitando ao argumentos apresentados pelo adjudicatário.

O vereador João Gomes (PS) com a Gestão de Projetos e Empreitadas relembrou que “esta obra já teve uma cedência de posição a favor da J.C. Bartolomeu” explicando ao mediotejo.net as dificuldades da empresa que assumiu a obra “em poder contratar subempreiteiros para poder concluir a obra dentro dos termos previstos”.

Após o pedido da J.C. Bartolomeu “vimos que tinha todo o enquadramento para trazer a reunião de CM e ser aprovado”. Além disso, considerou o vereador, trata-se de uma prorrogação “viável”, igual entendimento dos serviços da CM como sendo “a data correta para fechar esta obra”.

João Gomes sublinhou o interesse em concluir a USF do Rossio “o mais rapidamente possível” tendo em conta “ser uma obra importantíssima para a nossa comunidade” com data de conclusão no final de abril.

A empresa responsável pela empreitada sustentou assim o seu pedido na argumentação de crise económica-financeira sentida no País nos últimos anos que originou constrangimentos e dificuldades financeiras que conduziram ao encerramento de inúmeras empresas do sector da construção civil, inviabilizando, deste modo, a contratação de subempreiteiros.

Para trás ficou o cenário de aplicação de sanções contratuais previstas no Caderno de Encargos do procedimento concursal.

Paula Mourato

A sua formação é jurídica mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 a Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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