Créditos: CMA

A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Abrantes (AHBVA) assinala o seu 12º aniversário no próximo sábado, 15 de fevereiro, com uma cerimónia oficial a decorrer no Quartel dos Bombeiros de Abrantes.

O programa é o seguinte:

14h45 – Receção das entidades convidadas
15h00 – Orfeão de Abrantes interpreta o Hino da Liga dos Bombeiros, Secção Solene, Juramento de Bandeira, Promoções, Entrega de Condecorações /Medalhas de Quadro Honra / Medalha de Assiduidade/ Medalha de Coragem e Abnegação
17h00 – Discursos
17h30 – Encerramento da Cerimónia, com o Orfeão de Abrantes
17h35 – Desfile apeado

A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Abrantes afirma-se hoje, com a força e o altruísmo que emana da vontade do serviço à causa pública, sustentada na sua missão de socorro e proteção de pessoas e bens, valorizada na história dos Bombeiros de Abrantes, mulheres e homens que em décadas dedicaram a sua vida à missão da ajuda humanitária.

A Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários é uma pessoa coletiva de utilidade pública administrativa e de direito privado, com personalidade jurídica e sem fins lucrativos, sendo a única Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários certificada enquanto Entidade Formadora na zona Centro do País.

A AHBVA tem como missão principal garantir o eficaz funcionamento do seu Corpo de Bombeiros, com vista à prestação de um serviço de excelência de proteção e socorro a pessoas e bens. Querendo desenvolver o socorro e a proteção, norteados pelos melhores padrões nacionais, com um Corpo de Bombeiros motivado, com elevada formação técnica e espírito de missão.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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