Abrantes assinala 13 anos da Biblioteca Itinerante 'José Diniz'. Foto arquivo: CMA

A BIA (Biblioteca Itinerante de Abrantes ‘José Diniz’) entrou em funcionamento no dia 2 de maio de 2013, prestando um serviço itinerante às populações das freguesias rurais do concelho.

Pelos 13 anos ao serviço da comunidade, Abrantes comemora o aniversário este sábado com o espetáculo “Som da Palavra”, com Ana Sousa, às 11h00, na Biblioteca Municipal António Botto. Neste dia, entre as 9h30 e as 13h00, a BIA estará estacionada junto à Biblioteca para que toda a comunidade a possa visitar.

A Biblioteca Itinerante de Abrantes (BIA) “José Diniz” assinala este mês de maio o 13º aniversário, marcando a sua entrada ao serviço das populações das freguesias rurais do concelho, promovendo não só os hábitos de leitura como garantindo o acesso à informação de qualidade, além de recursos para lazer.

Biblioteca Itinerante de Abrantes (BIA) José Diniz. Foto: CMA

A BIA passou a chamar-se Biblioteca Itinerante de Abrantes “José Diniz”, em homenagem à figura incontornável da sociedade abrantina, homem da cultura, figura carismática que foi dinamizador da biblioteca itinerante da Fundação Calouste Gulbenkian durante mais de 30 anos, na segunda metade do século XX, falecido a 11 de janeiro de 2021.

Biblioteca Itinerante de Abrantes (BIA). Foto: CMA

A Biblioteca Itinerante de Abrantes entrou em funcionamento no dia 2 de maio de 2013, prestando um serviço às populações das freguesias rurais, como forma de promover o acesso à informação e aos livros e outros recursos informativos, para fins de lazer, académicos/formação e até profissionais.

A BIA além de promover os hábitos de leitura enquanto fator de qualificação humana e de desenvolvimento social, levando meios e recursos a comunidades mais desfavorecidas, funciona também enquanto apoio à Biblioteca Municipal, em Abrantes, contribuindo para atuar na promoção dos livros e da leitura e na dinamização de projetos para diversos públicos, tendo em conta também efemérides e sazonalidade, e sendo também forma de combate ao isolamento e exclusão social.

A experiência de trabalho nas rádios locais despertaram-no para a importância do exercício de um jornalismo de proximidade, qual espírito irrequieto que se apazigua ao dar voz às histórias das gentes, a dar conta dos seus receios e derrotas, mas também das suas alegrias e vitórias. A vida tem outro sentido a ver e a perguntar, a querer saber, ouvir e informar, levando o microfone até ao último habitante da aldeia que resiste.

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