Situada no Alto de Santo António, a torre de telecomunicações de Abrantes, que mede 75 metros de altura, transforma-se numa árvore de Natal graças a cerca de 1.800 metros de tubo luminoso. Foto: NMN

A já tradicional árvore de Natal gigante de Abrantes volta a estar iluminada entre os dias 27 de novembro e 6 de janeiro, através da ligação de cerca de 60 mil lâmpadas em 1.550 metros de mangueira LED. Nesta época natalícia, a iluminação será visível a cerca de 25 quilómetros de distância através da instalação luminosa na Torre de Telecomunicações de Abrantes, que tem 75 metros de altura.

São 1.550 metros de mangueira com 62 mil LED´s instalados na Torre de Comunicações e que consomem em média cerca 6200 watts. A iluminação da Torre de Telecomunicações de Abrantes é uma tradição natalícia com mais de uma década que volta a ter lugar mesmo em cenário de pandemia.

O espírito natalício vai estar também espalhado pelas ruas do centro histórico de Abrantes. No centro histórico, a tecnologia também será de LED’s para poder ser mais amiga do ambiente e minimizar os custos associados à iluminação natalícia.

O acender da iluminação pública de Natal decorreu no dia 27 de novembro, no Jardim da República e contou com a presença do presidente da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, para simbolicamente assinalar o momento em que foram ligadas as luzes.

Este ano, optando pela não realização de uma cerimónia de inauguração oficial devido à pandemia de covid-19, esta iniciativa, segundo a autarquia, “assume particular relevância no estímulo ao comércio tradicional e não o podemos deixar de assinalar”.

No Jardim da República, foi também apresentada uma nova estrutura de promoção turística do concelho de Abrantes.

A sua formação é jurídica e a sua paixão é História mas, por sorte, o jornalismo caiu-lhe no colo há mais de 20 anos e nunca mais o largou. É normal ser do contra, talvez também por isso tenha um caminho feito ao contrário: iniciação no nacional, quem sabe terminar no regional. Começou na rádio TSF, depois passou para o Diário de Notícias, uma década mais tarde apostou na economia de Macau como ponte de Portugal para a China. Após uma vida inteira na capital, regressou em 2015 à cidade natal; Abrantes. Gosta de viver no campo, quer para a filha a qualidade de vida da ruralidade e se for possível dedicar-se a contar histórias.

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